Tem saído uma série de matérias na imprensa sobre IPO de diversas empresas. É a PETROBRAS que vai fazer um IPO para capitalizar a empresa visando a exploração do pré-sal. É a TAM fazendo o IPO de uma empresa do seu grupo, a Multiplus.
No site do UOL Economia lemos, no dia 30.03:
"SÃO PAULO (Reuters) - A Ecorodovias, concessionária de estradas, precificou a ação em sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) a 9,50 reais. O giro financeiro da operação totaliza 1,37 bilhão de reais, incluindo as novas ações e aquelas que estão sendo vendidas por sócios.
Os coordenadores da operação estimavam preço por ação entre 9 e 12 reais. Ainda que o valor tenha ficado perto do piso da faixa projetada, trata-se do primeiro IPO do Brasil em 2010 em que a oferta é colocada dentro do intervalo sugerido no prospecto preliminar.
Os quatro IPOs anteriores neste ano --Aliansce, Multiplus, BR Properties e OSX-- saíram com preço por ação inferior ao originalmente projetado".
IPO, sigla em inglês de Initial Public Offering (abertura de capital, ou seja, oferta inicial de ações), foi tratada em nossas postagens sobre Bolsa de Valores de janeiro do 2009, em especial na postagem de 22.01.
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domingo, 4 de abril de 2010
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
BOLSA DE VALORES VI
IBOVESPA: vamos discorrer hoje sobre o ÍNDICE BOLSA DE VALORES, que mede o comportamento das ações. Quando a imprensa publica, por exemplo: “IBOVESPA caiu 4%”, ou a “Bolsa caiu 4%”, muita gente acha que todo mundo que tem ações perdeu 4%, ou, o contrário, se é publicado: “Bolsa sobe 3%”, tem gente que acha que todos os proprietários de ações ganharam 3%, na verdade esse é um engano muito grande, o IBOVESPA é um índice que calcula a MÉDIA do comportamento das ações (e, além de ser um média, não são incluídas todas as ações); então, se o IBOVESPA indica uma queda de 5% teve dono de ações que perdeu até mais do que isso, enquanto outro até ganhou dinheiro, por isso é preciso prestar atenção pois tem matérias que mostram a queda ou a alta da ações, e, acertadamente, mostram também as ações que mais contribuíram para essa queda, e, por outro lado, as ações que subiram. Vejamos um exemplo que pegamos agora na net:
“Ibovespa: veja as ações que mais subiram e caíram no primeiro trimestre
Por: Gustavo Kahil
31/03/08 - 20h08
InfoMoney
SÃO PAULO - O Ibovespa registrou queda de 4,6% nos três primeiros meses deste ano [janeiro a março/2008], o pior desempenho desde o segundo trimestre de 2005. Algumas ações chamam atenção pela forte desvalorização, que chega a superar os 40% no período.
AÇÕES MAIS VALORIZADAS NO TRIMESTRE JANEIRO A MARÇO 2008:
Telemar (TNLP4): +36,46%
Telemar Norte Leste (TMAR5): +32,85%
Cosan (CSAN3): +25,00%
Usiminas (USIM5): +21,87%
CSN (CSNA3): +19,09
AÇÕES MAIS DESVALORIZADAS NO TRIMESTRE JANEIRO A MARÇO 2008:
GOL (GOLL4): -40,38%
CESP (CESP6): -33,69%
Banco do Brasil (BBAS3): -23,39%
ALL (ALLL11): -23,18%
Duratex (DURA4): -21,99”
Adaptado de:
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1017143&path=/investimentos/
Observem que entre janeiro e março/08 o índice teve queda de 4,6%, aí muita gente pensa que todo mundo que tem ações perdeu 4,6%, mas observe o quadro, teve dono de ações que perdeu bem mais. Por exemplo: quem tinha ações da GOL (GOLL4) perdeu 40,38% no trimestre; outro exemplo: quem tinha ações da CESP (CESP6) perdeu quase 34%. Já quem tinha ações da TELEMAR (TNLP4), ao em vez de perder 4,6% no trimestre ganhou foi 36,46%, como quem tinha ações da COSAN (CSAN3) também não perdeu os 4,6% mas, sim, ganhou 25%.
Pois bem, já viram então que é uma média, mas, como já falamos, não é uma média de TODAS as ações negociadas na BOVESPA; o índice é composto pelas ações que respondem por 80% dos negócios na BOVESPA, ou seja, uma ação pouco negociada provavelmente não entrará no cálculo do índice, então, também os proprietários dessas ações podem até estar ganhando mais dinheiro do que o que resultou no índice (no exemplo acima 4,6%), ou, ao contrário, pode estar perdendo mais.
No link
http://www.bovespa.com.br/Mercado/RendaVariavel/Indices/FormConsultaCarteiraP.asp?Indice=Ibovespa , consta a lista das ações que vão compor o IBOVESPA de janeiro a abril/09, tem um total de 66 ações. Nessa listagem vemos que para o quadrimestre a ação com maior peso no índice é a “PETR4 PETROBRAS PN EJ”, com 16,71%, e a ação com menor peso é a “CGAS5 COMGAS PNA”, com 0,114%.
Leia outras postagens sobre Bolsa de Valores:
http://economistaivangargur.blogspot.com/2008/12/bolsa-de-valores.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-ii.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-iii.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-iv.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-v.html
Quer saber mais? Acesse:
http://www.bovespa.com.br/Principal.asp
http://www.cvm.gov.br/
“Ibovespa: veja as ações que mais subiram e caíram no primeiro trimestre
Por: Gustavo Kahil
31/03/08 - 20h08
InfoMoney
SÃO PAULO - O Ibovespa registrou queda de 4,6% nos três primeiros meses deste ano [janeiro a março/2008], o pior desempenho desde o segundo trimestre de 2005. Algumas ações chamam atenção pela forte desvalorização, que chega a superar os 40% no período.
AÇÕES MAIS VALORIZADAS NO TRIMESTRE JANEIRO A MARÇO 2008:
Telemar (TNLP4): +36,46%
Telemar Norte Leste (TMAR5): +32,85%
Cosan (CSAN3): +25,00%
Usiminas (USIM5): +21,87%
CSN (CSNA3): +19,09
AÇÕES MAIS DESVALORIZADAS NO TRIMESTRE JANEIRO A MARÇO 2008:
GOL (GOLL4): -40,38%
CESP (CESP6): -33,69%
Banco do Brasil (BBAS3): -23,39%
ALL (ALLL11): -23,18%
Duratex (DURA4): -21,99”
Adaptado de:
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1017143&path=/investimentos/
Observem que entre janeiro e março/08 o índice teve queda de 4,6%, aí muita gente pensa que todo mundo que tem ações perdeu 4,6%, mas observe o quadro, teve dono de ações que perdeu bem mais. Por exemplo: quem tinha ações da GOL (GOLL4) perdeu 40,38% no trimestre; outro exemplo: quem tinha ações da CESP (CESP6) perdeu quase 34%. Já quem tinha ações da TELEMAR (TNLP4), ao em vez de perder 4,6% no trimestre ganhou foi 36,46%, como quem tinha ações da COSAN (CSAN3) também não perdeu os 4,6% mas, sim, ganhou 25%.
Pois bem, já viram então que é uma média, mas, como já falamos, não é uma média de TODAS as ações negociadas na BOVESPA; o índice é composto pelas ações que respondem por 80% dos negócios na BOVESPA, ou seja, uma ação pouco negociada provavelmente não entrará no cálculo do índice, então, também os proprietários dessas ações podem até estar ganhando mais dinheiro do que o que resultou no índice (no exemplo acima 4,6%), ou, ao contrário, pode estar perdendo mais.
No link
http://www.bovespa.com.br/Mercado/RendaVariavel/Indices/FormConsultaCarteiraP.asp?Indice=Ibovespa , consta a lista das ações que vão compor o IBOVESPA de janeiro a abril/09, tem um total de 66 ações. Nessa listagem vemos que para o quadrimestre a ação com maior peso no índice é a “PETR4 PETROBRAS PN EJ”, com 16,71%, e a ação com menor peso é a “CGAS5 COMGAS PNA”, com 0,114%.
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http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-ii.html
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
BOLSA DE VALORES V
Novo Mercado (NM) da BOVESPA – Todas as Sociedades Anônimas que negociam ações na BOVESPA seguem uma série de dispositivos da legislação, já as empresas que aderem, voluntariamente, ao NOVO MERCADO da BOVESPA precisam adotar, além do que já é exigido nessa legislação, práticas de governança corporativa. Primeiro vamos tentar ver o que vem a ser essa tal de “governança corporativa”. No site do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa tem:
“A preocupação da governança corporativa é criar um conjunto eficiente de mecanismos, tanto de incentivos quanto de monitoramento, a fim de assegurar que o comportamento dos executivos esteja sempre alinhado com o interesse dos acionistas”.
“A preocupação da governança corporativa é criar um conjunto eficiente de mecanismos, tanto de incentivos quanto de monitoramento, a fim de assegurar que o comportamento dos executivos esteja sempre alinhado com o interesse dos acionistas”.
O que acontece: como já vimos em outras postagens os verdadeiros proprietários da Sociedade Anônima são os donos das ações, acontece que esses acionistas indicam outras pessoas (gestores) para a direção da Companhia, então temos os donos das Empresas (que são os acionistas) e os Executivos (que são os responsáveis pelas decisões), e muitas vezes os interesses desses dois lados são conflitantes, por isso a Governança Corporativa (que surge pela década de 90), tenta superar esse conflito.
Voltando agora para o Novo Mercado: quando uma Sociedade Anônima decide aderir ao Novo Mercado assina um contrato e, assim, se compromete a adotar as chamadas "boas práticas de governança corporativa"; como essas novas regras são extensas não vamos listar todas aqui, iremos citar apenas algumas:
1. Todas as ações emitidas são Ordinárias Nominativas (ON), que dão direito a voto nas Assembléias, as Companhias que aderem ao Novo Mercado NÃO podem emitir ações do tipo PN-Preferenciais Nominativas, que não dão direito a voto (lembrem nossa postagem de 23.01);
2. Realização de reuniões públicas com analistas e investidores, ao menos uma vez por ano;
3. Apresentação de um calendário anual, do qual conste a programação dos eventos corporativos, tais como assembléias, divulgação de resultados etc;
4. Melhoria nas informações prestadas, não só à BOVESP e à CVM*, mas também aos acionistas e ao público em geral.
Além do Novo Mercado, que é o topo, o nível mais elevado de governança corporativa, a BOVESPA criou, também, o Nível 1 e o Nível 2 de Governança Corporativa, então pela ordem de exigência nós temos a classificação das empresas nas seguintes listagens (lembrando que não existe uma obrigatoriedade da empresa “trilhar” esses níveis, nada impede, por exemplo, que uma empresa que está no Nível 1 opte por aderir, diretamente, ao Novo Mercado, “sem passar”, necessariamente, pelo Nível 2):
TRADICIONAL
NÍVEL 1
NÍVEL 2 (a empresa que adere a esse nível tem de atender as exigências do Nível 1 e mais algumas)
NOVO MERCADO
Obs.: no link
http://www.bovespa.com.br/Empresas/InstInfoEmpresas/SegmentoListagem.asp?tit=25 consta um quadro comparativo entre esses 3 níveis; deixamos de lado um outro segmento, o BOVESPA MAIS, “...idealizado para tornar o mercado acionário brasileiro acessível a um número maior de empresas...”, pois tem um foco diferente do Nível 1, Nível 2, e NM.
O NOVO MERCADO NA MÍDIA:
16/03/2007 - 11h22
WEG unifica ações e vai para o Novo Mercado
SÃO PAULO - A WEG decidiu aderir ao Novo Mercado para aproveitar o " momento psicológico " de evolução na governança corporativa das companhias brasileiras. Mesmo sem ter planos de captar recursos, a empresa propôs aos acionistas a conversão das ações preferenciais em ordinárias e a adaptação do estatuto às regras do espaço nobre da Bolsa paulista.
" Esse é o momento. A adesão não será um diferencial para aqueles que migrarem por último. No futuro, todos serão Novo Mercado " , pondera o diretor de relações com investidores da companhia, Alidor Luerdes.
Com o movimento da WEG, o Novo Mercado passará a contar com 52 companhias. Somado a esse total os níveis 1 e 2, serão 103 as empresas que oferecem compromisso adicional aos investidores. Apenas neste ano, sete novas empresas foram ao segmento que oferece os padrões máximos de governança do mercado brasileiro.
Disponível em:
http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/valor/2007/03/16/ult1913u66174.jhtm
- x -
Iochpe Maxion migra do Nível 1 para o Novo Mercado
A Bovespa convida a imprensa para a cerimônia que marca a adesão da Iochpe Maxion ao Novo Mercado, o mais elevado nível de Governança Corporativa da Bolsa, que será realizada nesta segunda-feira (24/03), a partir das 9 horas, no Espaço Bovespa.
Listada na Bovespa desde 1984, a companhia passou a integrar o Nível 1 de Governança Corporativa a partir de 2005. Suas ações ordinárias são negociadas sob o código MYPK3.
Atualmente, 157 companhias participam dos segmentos especiais de Governança Corporativa da Bovespa, sendo 94 no Novo Mercado, 20 no Nível 2 e 43 no Nível 1. As ações da empresa integram o Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC).
Disponível em: http://www.acionista.com.br/bovespa/200308_iochpe_novomercado.htm
- x -
Mercado discute fim do Nível 1 de governança
Data: 09/12/2008 01:08:56
Publicação: Gazeta Mercantil (Brasil)
9 de Dezembro de 2008 - A câmara consultiva criada pela BM&F Bovespa para revisar as normas dos segmentos diferenciados de governança corporativa discute, além de mudanças no Novo Mercado, no qual estão listadas as empresas com práticas mais rigorosas de transparência, a eliminação do Nível 1, primeiro degrau da escala criada pela bolsa há oito anos.
Na avaliação dos especialistas, as evoluções do mercado de capitais brasileiro e da regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tornaram o Nível 1 obsoleto. Outro problema apontado é falta de uniformidade entre as companhias que fazem parte do segmento, que reúne hoje companhias reconhecidas pelos investidores, como os bancos Bradesco, Itaú e Unibanco, além da mineradora Vale, e outras com reconhecidos problemas, como foi o caso da Varig, excluída pela bolsa em 2003 após atrasar a divulgação do balanço anual.
Para o presidente do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), Mauro Rodrigues da Cunha, o Nível 1 cumpriu sua função no tempo, ao permitir que as empresas adequassem gradativamente suas políticas de governança corporativa.
Disponível em: http://indexet.gazetamercantil.com.br/arquivo/2008/12/09/58/Mercado-discute-fim-do-Nivel-1-de-governanca.html
- x -
Leia outras postagens sobre Bolsa de Valores:
http://economistaivangargur.blogspot.com/2008/12/bolsa-de-valores.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-ii.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-iii.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-iv.html
Quer saber mais sobre Mercado de Capitais? Acesse:
http://www.bovespa.com.br/Principal.asp
http://www.cvm.gov.br/
Quer saber mais sobre Governança Corporativa? Acesse:
http://www.ibgc.org.br/Home.aspx
*Comissão de Valores Mobiliários: órgão regulador do Mercado de Capitais.
Voltando agora para o Novo Mercado: quando uma Sociedade Anônima decide aderir ao Novo Mercado assina um contrato e, assim, se compromete a adotar as chamadas "boas práticas de governança corporativa"; como essas novas regras são extensas não vamos listar todas aqui, iremos citar apenas algumas:
1. Todas as ações emitidas são Ordinárias Nominativas (ON), que dão direito a voto nas Assembléias, as Companhias que aderem ao Novo Mercado NÃO podem emitir ações do tipo PN-Preferenciais Nominativas, que não dão direito a voto (lembrem nossa postagem de 23.01);
2. Realização de reuniões públicas com analistas e investidores, ao menos uma vez por ano;
3. Apresentação de um calendário anual, do qual conste a programação dos eventos corporativos, tais como assembléias, divulgação de resultados etc;
4. Melhoria nas informações prestadas, não só à BOVESP e à CVM*, mas também aos acionistas e ao público em geral.
Além do Novo Mercado, que é o topo, o nível mais elevado de governança corporativa, a BOVESPA criou, também, o Nível 1 e o Nível 2 de Governança Corporativa, então pela ordem de exigência nós temos a classificação das empresas nas seguintes listagens (lembrando que não existe uma obrigatoriedade da empresa “trilhar” esses níveis, nada impede, por exemplo, que uma empresa que está no Nível 1 opte por aderir, diretamente, ao Novo Mercado, “sem passar”, necessariamente, pelo Nível 2):
TRADICIONAL
NÍVEL 1
NÍVEL 2 (a empresa que adere a esse nível tem de atender as exigências do Nível 1 e mais algumas)
NOVO MERCADO
Obs.: no link
http://www.bovespa.com.br/Empresas/InstInfoEmpresas/SegmentoListagem.asp?tit=25 consta um quadro comparativo entre esses 3 níveis; deixamos de lado um outro segmento, o BOVESPA MAIS, “...idealizado para tornar o mercado acionário brasileiro acessível a um número maior de empresas...”, pois tem um foco diferente do Nível 1, Nível 2, e NM.
O NOVO MERCADO NA MÍDIA:
16/03/2007 - 11h22
WEG unifica ações e vai para o Novo Mercado
SÃO PAULO - A WEG decidiu aderir ao Novo Mercado para aproveitar o " momento psicológico " de evolução na governança corporativa das companhias brasileiras. Mesmo sem ter planos de captar recursos, a empresa propôs aos acionistas a conversão das ações preferenciais em ordinárias e a adaptação do estatuto às regras do espaço nobre da Bolsa paulista.
" Esse é o momento. A adesão não será um diferencial para aqueles que migrarem por último. No futuro, todos serão Novo Mercado " , pondera o diretor de relações com investidores da companhia, Alidor Luerdes.
Com o movimento da WEG, o Novo Mercado passará a contar com 52 companhias. Somado a esse total os níveis 1 e 2, serão 103 as empresas que oferecem compromisso adicional aos investidores. Apenas neste ano, sete novas empresas foram ao segmento que oferece os padrões máximos de governança do mercado brasileiro.
Disponível em:
http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/valor/2007/03/16/ult1913u66174.jhtm
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Iochpe Maxion migra do Nível 1 para o Novo Mercado
A Bovespa convida a imprensa para a cerimônia que marca a adesão da Iochpe Maxion ao Novo Mercado, o mais elevado nível de Governança Corporativa da Bolsa, que será realizada nesta segunda-feira (24/03), a partir das 9 horas, no Espaço Bovespa.
Listada na Bovespa desde 1984, a companhia passou a integrar o Nível 1 de Governança Corporativa a partir de 2005. Suas ações ordinárias são negociadas sob o código MYPK3.
Atualmente, 157 companhias participam dos segmentos especiais de Governança Corporativa da Bovespa, sendo 94 no Novo Mercado, 20 no Nível 2 e 43 no Nível 1. As ações da empresa integram o Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC).
Disponível em: http://www.acionista.com.br/bovespa/200308_iochpe_novomercado.htm
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Mercado discute fim do Nível 1 de governança
Data: 09/12/2008 01:08:56
Publicação: Gazeta Mercantil (Brasil)
9 de Dezembro de 2008 - A câmara consultiva criada pela BM&F Bovespa para revisar as normas dos segmentos diferenciados de governança corporativa discute, além de mudanças no Novo Mercado, no qual estão listadas as empresas com práticas mais rigorosas de transparência, a eliminação do Nível 1, primeiro degrau da escala criada pela bolsa há oito anos.
Na avaliação dos especialistas, as evoluções do mercado de capitais brasileiro e da regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tornaram o Nível 1 obsoleto. Outro problema apontado é falta de uniformidade entre as companhias que fazem parte do segmento, que reúne hoje companhias reconhecidas pelos investidores, como os bancos Bradesco, Itaú e Unibanco, além da mineradora Vale, e outras com reconhecidos problemas, como foi o caso da Varig, excluída pela bolsa em 2003 após atrasar a divulgação do balanço anual.
Para o presidente do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), Mauro Rodrigues da Cunha, o Nível 1 cumpriu sua função no tempo, ao permitir que as empresas adequassem gradativamente suas políticas de governança corporativa.
Disponível em: http://indexet.gazetamercantil.com.br/arquivo/2008/12/09/58/Mercado-discute-fim-do-Nivel-1-de-governanca.html
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Leia outras postagens sobre Bolsa de Valores:
http://economistaivangargur.blogspot.com/2008/12/bolsa-de-valores.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-ii.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-iii.html
http://economistaivangargur.blogspot.com/2009/01/bolsa-de-valores-iv.html
Quer saber mais sobre Mercado de Capitais? Acesse:
http://www.bovespa.com.br/Principal.asp
http://www.cvm.gov.br/
Quer saber mais sobre Governança Corporativa? Acesse:
http://www.ibgc.org.br/Home.aspx
*Comissão de Valores Mobiliários: órgão regulador do Mercado de Capitais.
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
BOLSA DE VALORES IV
Falei em postagens anteriores que as ações das SOCIEDADES ANÔNIMAS DE CAPITAL FECHADO não são negociadas na Bolsa de Valores, mas, sim, as ações das SOCIEDADES ANÔNIMAS DE CAPITAL ABERTO, e colocamos também que, ao comprar ações de uma empresa passamos a ser proprietários de parte dessa empresa. EXEMPLO: comprei 1% do total de ações de determinada Companhia, logo eu passei a ser dono de 1% dessa Empresa, isso significa que tenho direito a comparecer nas Assembléias de Acionistas dessa Empresa e usar meu direito de voto, ou seja, se na Assembléia está se decidindo algo sobre a Empresa eu, como proprietário de um pedaço dessa Empresa, tenho direito a votar e participar da decisão que será tomada pela Assembléia. NÃO É BEM ASSIM: existem dois tipos de ações: as Ordinárias Nominativas (ON) e as Preferenciais Nominativas (PN). Se as ações que eu comprei são do tipo ON aí sim, eu tenho direito de voto nas Assembléias, mas quem compra ações do tipo PN não tem direito a votar nas Assembléias, mas, em compensação, tem preferência na hora que a Companhia vai distribuir os lucros e dividendos.
Os detentores de ações PN geralmente são chamados de acionistas prioritários, e essas ações (PN) têm mais liquidez* pois a Empresa pode colocar à venda uma boa quantidade das PN (mas existe um limite imposto pela lei) sem que o acionista majoritário corra o perigo de perder o controle da empresa (de novo: já que a ação PN não dá direito a voto ao proprietário).
Os detentores de ações PN geralmente são chamados de acionistas prioritários, e essas ações (PN) têm mais liquidez* pois a Empresa pode colocar à venda uma boa quantidade das PN (mas existe um limite imposto pela lei) sem que o acionista majoritário corra o perigo de perder o controle da empresa (de novo: já que a ação PN não dá direito a voto ao proprietário).
Leia outras postagens sobre Bolsa de Valores:
Quer saber mais? Acesse:
http://www.cvm.gov.br/
*o conceito de liquidez aqui é no sentido do proprietário da ação PN ter mais facilidade de vendê-la na Bolsa, é uma ação mais negociada.
*o conceito de liquidez aqui é no sentido do proprietário da ação PN ter mais facilidade de vendê-la na Bolsa, é uma ação mais negociada.
NOTA: as Sociedades Anônimas que estão aderindo ao Novo Mercado (governança corporativa) da BOVESPA só podem emitir ações do tipo ON , mas o Novo Mercado será assunto de outra postagem.
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
BOLSA DE VALORES III
Uma SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL ABERTO precisa ser registrada na CVM-Comissão de Valores Mobiliários, que é o órgão regulador e fiscalizador do Mercado de Capitais. Uma empresa vende ações ao público para se capitalizar, levantar fundos (dinheiro), sem precisar recorrer a empréstimo bancário. Esse é o mercado primário: quando uma empresa vende ações “novas”, faz lançamento de ações no mercado (é o chamado IPO – sigla em inglês para oferta pública de ações -). EXEMPLO: vamos supor que a PETROBRAS faça o lançamento, na próxima semana, de ações novas, e eu compre um lote dessas ações (quem vai receber meu dinheiro é a PETROBRAS, e eu passo a ser proprietário de um “pedaço” da PETROBRAS, passo a ser detentor de uma parcela do capital da PETROBRAS – correspondente à cota que eu comprei -), esse é o mercado primário; vamos considerar, agora, que daqui a 3 meses eu pegue esse lote de ações que comprei da PETROBRAS e venda para uma outra pessoa, agora já estamos no mercado secundário, a pessoa vai me pagar e eu passarei para essa pessoa o lote de ações, neste caso a PETROBRAS não está recebendo dinheiro algum, por isso, mercado secundário. Ah, sim, e quando eu vendi essas ações isso aconteceu aonde mesmo? Na Bolsa de Valores (no caso do Brasil, na BOVESPA-Bolsa de Valores de São Paulo), que é o local apropriado para se negociar ações no mercado secundário.
E qual o motivo que me levou a investir na PETROBRAS? Como disse, a partir do momento que comprei ações dessa Empresa passei a ser dono de um pedaço dela, então, tenho direito a parte dos lucros e dos dividendos que ela gerar quando terminar o exercício (estou confiante que ela vai dar lucro); claro, então, que se a empresa não der lucro naquele período (exercício) não terei direito a receber lucro, óbvio. Então essa é a única maneira de ganhar dinheiro investindo em ações: esperar que a Companhia dê lucro e distribua parte desse lucro (proporcional à quantidade de ações que eu tenho) para mim. Não. Vamos lembrar lá em cima, eu comprei ações da PETROBRAS e 3 meses depois as revendi, vamos supor que comprei uma ação valendo R$20,00, e revendi por R$25,00, estarei ganhando R$5,00 por cada ação que revendi. Em resumo, posso ganhar dinheiro com ações: 1. Recebendo parte dos lucros e dividendos; 2. Revendendo as ações por um valor maior do que eu comprei.
Então, vou pegar as ações que tenho da PETROBRAS (apenas um exemplo) e vou lá na BOVESPA vender elas, e lá mesmo vou aproveitar para comprar ações do Banco do Brasil (também exemplo). Não posso fazer isso não: para toda essa negociação é necessário eu me cadastrar numa Corretora credenciada (no site da BOVESPA – abaixo -) consta a relação com todas as Corretoras.
E qual o motivo que me levou a investir na PETROBRAS? Como disse, a partir do momento que comprei ações dessa Empresa passei a ser dono de um pedaço dela, então, tenho direito a parte dos lucros e dos dividendos que ela gerar quando terminar o exercício (estou confiante que ela vai dar lucro); claro, então, que se a empresa não der lucro naquele período (exercício) não terei direito a receber lucro, óbvio. Então essa é a única maneira de ganhar dinheiro investindo em ações: esperar que a Companhia dê lucro e distribua parte desse lucro (proporcional à quantidade de ações que eu tenho) para mim. Não. Vamos lembrar lá em cima, eu comprei ações da PETROBRAS e 3 meses depois as revendi, vamos supor que comprei uma ação valendo R$20,00, e revendi por R$25,00, estarei ganhando R$5,00 por cada ação que revendi. Em resumo, posso ganhar dinheiro com ações: 1. Recebendo parte dos lucros e dividendos; 2. Revendendo as ações por um valor maior do que eu comprei.
Então, vou pegar as ações que tenho da PETROBRAS (apenas um exemplo) e vou lá na BOVESPA vender elas, e lá mesmo vou aproveitar para comprar ações do Banco do Brasil (também exemplo). Não posso fazer isso não: para toda essa negociação é necessário eu me cadastrar numa Corretora credenciada (no site da BOVESPA – abaixo -) consta a relação com todas as Corretoras.
Leia outras postagens sobre Bolsa de Valores:
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Quer saber mais? Acesse:
http://www.bovespa.com.br/Principal.asp
http://www.cvm.gov.br/
OBSERVAÇÕES:
A) Outro dia falamos mais sobre a Bolsa;
B) Citei PETROBRAS E BANCO DO BRASIL apenas COMO EXEMPLO, poderia ter citado outras companhias, não vai aqui nenhuma recomendação de compra de ações dessas Empresas, o blog NÃO funciona como consultor financeiro.
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domingo, 11 de janeiro de 2009
BOLSA DE VALORES II
A origem das Bolsas de Valores é duvidosa, não se tem convicção se surgiram na Roma Antiga ou na Grécia Antiga, mas uma coisa é certa, a Bolsa, nos primórdios, não tinha a característica que tem hoje, de compra e venda de ações, o objetivo era a negociação de moedas e metais preciosos.
O termo “Bolsa” surge em Bruges, na Bélgica:
“A palavra Bolsa, no seu sentido comercial e financeiro, nasceu em Bruges, cidade lacustre da Bélgica, capital de Flandres, pertencente à Liga Hanseática, onde se realizavam assembléias de comerciantes na casa de um senhor chamado Van der Burse, em cuja fachada havia um escudo com três bolsas, brasão d’armas do proprietário” (Disponível em: http://www.multitexto.com.br/Mercado.asp?Param=Topo1&ID=141).
Em 1141 Luis VII implanta a Bourse de Paris, na França, sendo que no Brasil a Bolsa vai surgir em 1845 com o Imperador do Brasil, Dom Pedro II:
“A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro foi a primeira bolsa a ser fundada no Brasil. Antes do início formal de suas operações, em 1845, os negócios – com produtos como fretes de navio e mercadorias de importação e exportação – eram realizados em uma espécie de pregão ao ar livre e os corretores eram chamados zangões. A atividade ganhou grande impulso a partir da vinda da família real para o Brasil, o que levou às primeiras tentativas de organização do mercado. Surgiu aí o conceito de Praça de Comércio, algo bem parecido com a noção de pregão organizado” (Disponível em: http://www.bvrj.com.br/pages/historia/historia.asp).
Vemos, então, que o surgimento das Bolsas teve como finalidade, inicialmente, a negociação de mercadorias, moedas, metais preciosos, e não os títulos (ações) como é hoje.
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
BOLSA DE VALORES I
TENHO RECEBIDO MUITOS PEDIDOS PARA FALAR SOBRE O FUNCIONAMENTO DA BOLSA DE VALORES. COMO É UM ASSUNTO BEM EXTENSO VOU COMEÇAR HOJE E, PAULATINAMENTE, COLOCAREI MAIS INFORMAÇÕES.
1. São várias as formas de se constituir uma empresa. Exemplos:
a) Firma Individual;
b) Sociedade Comercial por Quotas de Responsabilidade Limitada (Ltda.);
c) Sociedade Anônima (S/A);
d) Etc.
O tipo de Companhia que nos interessa aqui é a Sociedade Anônima (S/A.), regida pela Lei 6.404/76 e leis posteriores: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6404consol.htm). As Sociedades Anônimas também são tratadas no novo Código Civil (instituído pela Lei n° 10.406/02, que entrou em vigor em 11 de janeiro de 2003, artigos 1.088 e 1.089):
http://planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406.htm .
Quando é constituída uma S/A significa que o capital da Empresa é dividido em cotas denominadas de AÇÕES. E aqui vem meu primeiro alerta: muita gente acha que toda S/A tem suas ações negociadas na Bolsa de Valores (no caso do Brasil, na BOVESPA-Bolsa de Valores de São Paulo), isso é um engano. Tem ações negociadas na BOVESPA as Companhias (S/A.) DE CAPITAL ABERTO. Existe um outro tipo de S/A., que são as Sociedades Anônimas de CAPITAL FECHADO, que não têm ações negociadas no mercado de valores mobiliários.
EXEMPLO: acessei agora o site do UOL e encontrei a seguinte informação:
“Kalunga investe em expansão e se prepara para virar S/A.
Basta passar em frente a uma das novas lojas da Kalunga para perceber que a empresa está em fase de mudanças. Mas por trás da reformulação visual das lojas e das recentes inaugurações em pontos nobres da capital paulista - como as avenidas Paulista e Rebouças - está a decisão de profissionalizar a gestão e se tornar uma S/A.
Em entrevista ao UOL Business, Damião Garcia, presidente da Kalunga, fala sobre a nova fase da maior distribuidora de materiais escolares e produtos para escritório e informática do Brasil. 'Há tempos eu venho batalhando por isso. Felizmente agora, de um ano para cá, decidimos fazer essa mudança', diz Garcia, que descarta a possibilidade de abrir capital. "A Kalunga vai continuar sendo uma empresa de capital fechado, porque felizmente não temos necessidade de buscar capital para investimentos." (o negrito foi meu). Então, esse é o tipo de Empresa que vai se transformar numa SOCIEDADE ANÔNIMA, mas vai ser uma SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL FECHADO, vai ter ações mas essas não serão vendidas (negociadas) na Bolsa de Valores. Diferentemente da SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL ABERTO que, aí sim, as ações são negociadas na Bolsa.
Atualmente existem cerca de 500 empresas listadas na BOVESPA, o que é muito pouco para o tamanho da economia brasileira. Quer ver a relação de todas as empresas que estão na BOVESPA? Clique em http://www.bovespa.com.br/Principal.asp .
1. São várias as formas de se constituir uma empresa. Exemplos:
a) Firma Individual;
b) Sociedade Comercial por Quotas de Responsabilidade Limitada (Ltda.);
c) Sociedade Anônima (S/A);
d) Etc.
O tipo de Companhia que nos interessa aqui é a Sociedade Anônima (S/A.), regida pela Lei 6.404/76 e leis posteriores: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6404consol.htm). As Sociedades Anônimas também são tratadas no novo Código Civil (instituído pela Lei n° 10.406/02, que entrou em vigor em 11 de janeiro de 2003, artigos 1.088 e 1.089):
http://planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406.htm .
Quando é constituída uma S/A significa que o capital da Empresa é dividido em cotas denominadas de AÇÕES. E aqui vem meu primeiro alerta: muita gente acha que toda S/A tem suas ações negociadas na Bolsa de Valores (no caso do Brasil, na BOVESPA-Bolsa de Valores de São Paulo), isso é um engano. Tem ações negociadas na BOVESPA as Companhias (S/A.) DE CAPITAL ABERTO. Existe um outro tipo de S/A., que são as Sociedades Anônimas de CAPITAL FECHADO, que não têm ações negociadas no mercado de valores mobiliários.
EXEMPLO: acessei agora o site do UOL e encontrei a seguinte informação:
“Kalunga investe em expansão e se prepara para virar S/A.
Basta passar em frente a uma das novas lojas da Kalunga para perceber que a empresa está em fase de mudanças. Mas por trás da reformulação visual das lojas e das recentes inaugurações em pontos nobres da capital paulista - como as avenidas Paulista e Rebouças - está a decisão de profissionalizar a gestão e se tornar uma S/A.
Em entrevista ao UOL Business, Damião Garcia, presidente da Kalunga, fala sobre a nova fase da maior distribuidora de materiais escolares e produtos para escritório e informática do Brasil. 'Há tempos eu venho batalhando por isso. Felizmente agora, de um ano para cá, decidimos fazer essa mudança', diz Garcia, que descarta a possibilidade de abrir capital. "A Kalunga vai continuar sendo uma empresa de capital fechado, porque felizmente não temos necessidade de buscar capital para investimentos." (o negrito foi meu). Então, esse é o tipo de Empresa que vai se transformar numa SOCIEDADE ANÔNIMA, mas vai ser uma SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL FECHADO, vai ter ações mas essas não serão vendidas (negociadas) na Bolsa de Valores. Diferentemente da SOCIEDADE ANÔNIMA DE CAPITAL ABERTO que, aí sim, as ações são negociadas na Bolsa.
Atualmente existem cerca de 500 empresas listadas na BOVESPA, o que é muito pouco para o tamanho da economia brasileira. Quer ver a relação de todas as empresas que estão na BOVESPA? Clique em http://www.bovespa.com.br/Principal.asp .
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